• Autor Slavoj Zizek
  • Ilustrador
  • Coleção Ensaio
  • ISBN 9789898864185
  • PVP 19,99 € (IVA incluído)
  • preço fixo até fim de fevereiro de 2019
  • 1ª Edição setembro de 2017
  • Edição atual 1.ª
  • Páginas 368
  • Apresentação Capa Mole
  • Dimensões 135 x 205 x 18 mm
  • Idade

«A resposta à eterna pergunta da esquerda, "o que teria acontecido se Lenine tivesse vivido mais dez anos em plena saúde e conseguido depor Estaline?", não é tão clara como pode parecer.»


A originalidade e importância de Lenine enquanto líder revolucionário estão muitas vezes associadas ao momento da tomada do poder na Rússia, em Outubro de 1917.
No entanto, neste seu mais recente e original livro, Zizek argumenta que a verdadeira grandeza do líder soviético deve ser antes compreendida analisando os últimos dois anos da sua vida: anos que legaram uma herança ainda válida para o pensamento político de hoje. Durante esses anos, a Rússia encontrava-se numa encruzilhada: depois de sobreviver a invasões, embargos e a uma terrível guerra civil, assim como a tensões e revoltas internas, o Estado encontrava-se exausto, isolado e sem uma direção definida
para contrapor ao evidente recuo do sonho de uma revolução global. É neste momento, segundo Zizek, que Lenine se irá revelar enquanto verdadeiro estadista, líder e pensador, com a lucidez e a coragem de se adaptar a uma nova ordem mundial.


Cem anos após a Revolução Soviética e num momento em que o mundo se encontra diante de novas e perigosas lutas pelo poder, Zizek demonstra como é urgente e necessário recuperar o exemplo que Lenine deixou como legado nos últimos anos da sua vida.

Slavoj Zizek é um filósofo e crítico cultural esloveno, professor na European Graduate School, na Universidade de Londres, Diretor Internacional do Birkbeck Institute for the Humanities e investigador sénior no Instituto de Sociologia da Universidade de Ljubljana.
A par de Noam Chomsky, é um dos nomes mais conhecidos na esfera de pensadores contemporâneos. As suas obras, marcadas pela irreverência e acutilante crítica social, valeram-lhe epítetos como «o pensador mais perigoso do Ocidente» e uma legião de seguidores mundiais.
As suas publicações estão difusamente traduzidas em várias línguas.